É hora de treletar

Treletar não é falar mal, muito menos fofocar da vida alheia, nem tão pouco jogar simples conversa fora.
Treletar é criticar, refletir, descobrir.

Vem treletarrrrr

sábado, 22 de novembro de 2008

Quantos anos você tem?


Demorei bastante pra postar outra mensagem neste blog (acho até que de propósito). Ás vezes é bom se esquecer, sumir da face da terra, imaginar-se neutro, longe dos problemas para, mais tarde voltar à realidade.


Estou voltando à realidade. Meu aniversário chegou. É o momento agredoce que passamos anualmente. Aniversário é aquele período que olhamos pra trás, voltamos algumas páginas de nossa história e descobrimos que muitas coisas foram em vão. Amigos se foram, outros chegaram. Famílias cresceram ou diminuiram. A morte escureceu vários olhos e também a vida iluminou outros tantos. Enfim, refletimos sobre esses paradoxos incoerentes, contudo necessários à nossa sobrevivência e aprendizado.


Estou mais velho e tenho a sensação que a vida está se encurtando cada vez mais. O tempo é cada vez mais escasso e perco oportunidades preciosas de fazer muitas coisa ou ficar apenas olhando o sol se por.


Quantos anos eu tenho? ... 23 anos de muitas coisas perdidas e outras conquistadas. Mas o que eu construí? Que edifícios ergui durante dezenas de anos? Formidáveis arranha-céus imponentes ou frágeis muretas descascadas vulneráveis às inevitáveis intempéries?


Que pessoas ajudei? Que homens melhores ajundei a formar? Que maldades evitei com meu próprio sangue? Que Cristo Jesus anunciei aos cantos pelos quais passei?


......


Toda vez que me perguntam: "Quantos anos você tem?" Passo a considerar essas questões e concluo que há muita coisa por fazer se quero morrer em paz deixando um mundo bem melhor para as gerações futuras.


Vamos fazer nossas primaveras mais floridas, motivos de orgulho para, podermos folhear nosso passado e constatar: "Graças a Deus, foram anos bem vividos".


A vida passa, isso é certo. O fato dela ser muito curta é mais certo ainda. É preciso correr atrás, ser mais veloz que o tempo de vida. Ligar para os amigos e desejar bom dia, beijar mais o rosto dos pais, apertar a mão dos irmãos. É necessário fazer mais coisas boas, entender mais as mãos e oferecer favores sem nada desejar em troca.


Assim a felicidade vem no final!


domingo, 28 de setembro de 2008

Contornos da MINHA CRISE


Todos passam por uma crise na vida. Até o todo-poderoso EUA entra em crise (e não é a primeira vez que um futuro aterrador, não muito distante, se põe à espreita aos estados que se mostram realmente unidos).


Há crises na economia, numa grande empresa, dentro de sua casa. Por que eu também não passaria por uma crise?


Crises são conhecidas por sensações ruins que tomam conta das pessoas enquanto os problemas crescem e aparentam não ter solução. Um grande conglomerado industrial mobiliza sua equipe gigantesca de profissionais munida de estratégias para vencer a crise. Com o ser humao não é diferente.

Minha mente trabalha hoje num turbilhão e meu ser é apossado por sensações indigestas e incompreensíveis ao passo que posso entendê-las ( mas não as quero).


Às vezes, para fugir dessa situação catastrófica, recrutamos amigos num front em nosso resgate, mas o que fazer quando seu amigo também faz parte dessa crise? Sua equipe gigantesca começa a dimnuir e, suas forças a ruir de repente, você pensa em deixar-se sucumbir à crise transformando-se em uma. Passa a querer que as outras pessoas tenham crises tão desestruturantes como a sua.


Não adianta pensar: "Isso não acontece comigo" ou "O problema dele é inveja ou amor mal resolvido, eu passaria por isso facilmente". Todos têm no fundo de seu mais ítimo e obscuro ser um membro frágil, suscetível à crise. Nem mesmo você que lê estas linhas agora pode fugir de uma instabilidade interna. Mas, sendo eu e você seres humanos, temos o direito de alimentar a pergunta: "Como se curar, voltar à estabilidade e produzir novamente bons lucros e crescimento"?


É muito fácil se perder nos caminhos sinuosos da vida, díficil é se encontar novamente, achar seu próprio rastro de pão que os passarinhos devoraram inescrupolosamente. Quase sempre não se vê mãos estendidas em seu auxílio, ou braços fortes oferecendo um abraço ou ainda uma boca sábia dissertando que é perfeitamente normal seus sentimentos e angústias .. não se preocupe, tudo vai passar.


Porém uma coisa é certa: Crises são ótimos pretextos para se reinventar, se reescrever e ser novamente, só que bem melhor, mais forte e maduro.


Depois da Depressão de 1929 os EUA não se tornaram um país menor e desestruturado para sempre, pelo contrário. Só se fizeram crescer e consolidaram-se como a maior potencia capistalista do mundo.


Podemos tirar disso uma lição: EU TAMBÉM POSSO CRESCER E ME CONSOLIDAR UMA POTENCIA DE MIM MESMO. AS CRISES NUNCA SÃO ETERNAS. MESMO OS PROBLEMAS SEM SOLUÇÃO SE ESFARELAM NO VENTO E POSSO SER FELIZ NOVAMENTE.

domingo, 31 de agosto de 2008

Análise para o professor


O querido, inteligentíssimo e fortíssimo professor de Webjornalismo incubiu seus alunos a fazerem uma análise de três sites de jornais. Não pude ficar fora dessa tarefa, por mais que relutasse, afinal de contas, valia nota para o semestre (e eu sempre preciso muito delas, qualquer décimo!).


Portanto, eis aqui o espaço que abri no meu popularíssimo blog para treletar sobre os sites da Voz da Cidade, Diário do Vale e o Beira Rio.


Confesso, querido Magno, que me desanimei ao fazer a pesquisa para a análise. Os sites de jornais de nossa região não favorecem, completamente a leitura. Provavelmente são contra a previsão ditada pelos internautas mais assíduos - que o jornal impresso se acabará. Parece que estão lutando ferozmente para que isso não aconteça.


O site da voz da cidade é carregado de texto. Blocos e mais blocos de textos acompanhando as fotos. As chamadas parecem a própria matéria pelo tamanho que apresentam. O site é estático e acaba, como disse acima, não favorecendo a leitura. Os "webdiagramadores" desse site não usam artifícios nenhum que a net proporciona, nem ao menos abrem espaço para os leitores expressarem sua opinião. Senti-me numa ilha ao navegar pela "voz". Coisa que lá não tem é voz pra cidade.


O jornal on line O Beira Rio da necessária Ana Lúcia (poderosa, inteligente, engraçada, perfc woman e maezona pra melhorar tudo) perde também na falta de espaço para interatividade. Como no site da voz, lá não há vídeos, hipertextos, nem hiperlinks (tipo saiba mais, leia mais, qulaquer coisa mais). Mas há um importante diferencial: links de sites úteis e de outros de jornalismo. (Caso a gente se canse de não encontrar nada no Beira Rio, pelo menos podemos migrar para um outro site - lógico que não da região, ou ficaríamos na mesma).


Já desesperado pelos tipos de sites de jornais que circulam pela nossa amada região, entrei no diário on line. Pouco diminuiu meu desespero, mas contudo nutriu alguma esperança.


O site do Diário foi o único em que encontrei espaço para interatividade com o leitor - que é a peça fundamental de qualquer site ou jornal existir. E enfatizoooo: estou entre essa razão deles existirem... (Que comentário desnecessário!).

Lá tem espaço para sugestão de pautas, denúncias e cartas dos leitores, todavia o que emoldura toda essa interatividade é de extremo mal gosto. Deixam nossos olhos cansados aquelas cores laranja e amarelo. O amarelo eu até entendo. É a cor do jornal impresso, mas da onde tiraram aquele laranjão??????


Enquanto pensamos numa boa resposta, caminha a desilusão. E é melhor comprar o impresso mesmo, é menos cansativo pra se ler e ajudamos a aumentar a vida útil deles.


Continua......

Até perdi o sono

Não poderia deixar de postar antes de dormir esse vídeo para vocês compartilharem comigo o apoio e alegria de ver Joênia Batista de Carvalho, a primeira indígena advogada, se pronunciado num tribunal.

Força para Joênia e aos indígenas da Raposa do Sol que já sofreram tanta barbárie por uma terra que é, por direito, deles.

Para o Magno 2. Analisando os "prazeres" de Waack


Para concluir minha missão como aluno, vou terminar minha análise para o querido professor Magno.

Agora escreverei sobre um blog jornalístico, mais especificamente, do Willian Waack.

Tive que fazer a análise em duas partes porque não sabia qual blog analisar, até que descobri os prazeres ao ler Waack. Os textos que o jornalista global posta por lá são de fácil compreensão. Ele oscila entre o jornalismo literário e o tradicional para escrever sobre política e atualidade e, de forma magistral, extende o bom Jornal da Globo para a telinha do PC. Só faltou a Cristiane Pelajo dando seus pitacos ensaiados para aproximar ainda mais o blog ao telejornal...

O espetacular e inteligente Willian, não o cheio de si Bonner, mas sim o consciente Waack, informa através de suas crônicas sem se alongar além do necessário.
Depois de descobrir o seu blog quase perdi a vontade de ler jornais tal qual ele é abrangente. ( Não se importem, leitores e professor Magno, costumo mesmo exagerar, principalmente se tratando daqueles que gosto bastante).

Agora, esquecendo os meus exageros, vou deixar o link do blog pra vocês mesmos conhecerem e se deliciarem com os prazeres proporcionados por Waack e ver se realmente não é merecedor de comentários exagerados.

http://colunas.g1.com.br/williamwaack/

domingo, 24 de agosto de 2008

O tempo não pára... mas demora passar!


Dois anos.


O que você faria em dois anos? O que daria pra fazer de grandioso neste período?

Talvez construir uma família, comprar um carro em prestações a perder de vista, mudar de cidade, até refazer um país para uma olímpíada "porta" como foi o caso da China devastando bairros inteiros, obrigando famílias a se despreenderem de seus lares, seus laços, suas vidas.

O Brasil acredita que dá pra alfabetizar uma criança em dois anos - mas o Brasil acredita em muita coisa, né?...

Encontrar a pesoa certa em dois anos é possível?

Talvez. Eu acredito que sim. De repente você olha pra uma pessoa e os olhos dela penetram no seu ser até criarem morada e nunca mais sair. Sua mente viaja sem parar até encontrar o pouso seguro que é o colo dessa pessoa... E que colo, que pernas, que braços, que peito.... ( Opa! Deixa eu voltar ao texto).

Mas enfim, essa pessoa certa te obriga a acreditar em muitas coisas até que a vida pode melhorar. Te faz imaginar um segundo sol, como diz Nando Reis, "realinhando as órbitas dos planetas" e aí, entra a esperança: eu posso conseguir!

Então você segue acreditando que pode conseguir enquanto o calendário desprende suas "folhinhas" inexoravelmente até que percebe-se que dois anos foi poco tempo. Os seres humanos não mudam de verdade. Só o tempo passa... se arrastando, envelhecendo as pessoas ao passo que afastam-nas.

Aí você percebe, como eu percebi, que mais dois anos devem surgir, muitas prestações vão aparecer, muitas famílias serão construídas e desfeitas, muitas mudanças acontecerão e muitos países continuarão massacrando seus povos e a pessoa certa pode não aparecer ou até pode,

mas oculta, te espreitando, te amando sem ao menos perceber.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Eu sou um idiota! Graças a Deus.


Gentiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii,


Tá na hora de treletar.


Afinal, alguns devem estar se perguntando: "O que diabo de coisa é treletar?"

Nada mais é que um verbo idiota que inventei para somar ao acervo de idiotices que já se avolumam ao meu redor.


Mas do que seria a nossa vida se não fossem as idiotices? Dos momentos toscos que nos obrigamos a passar vez por outra? Apontem-me alguém que não seja idiota um segundo sequer.

Se existe alguém que não se julga idiota, nem mesmo quando acorda e se olha no espelho nutrido pela esperança (tão idiota quanto ele) de estar mais bonito que no dia anterior, ou mais sortudo ou mais qualquer coisa que seja... enfim! Já é idiota por aí.

As pessoas precisam ser idiotas para sobreviver ao mundo ferino, grosseiro e ignorante que só valoriza barris de petróleo, conchavos políticos desumanos e guerra por poder...


Hoje mesmo conheci na faculdade, quando resolvi - não sei por que - me imunizar contra rubéola, uma tal de Thatiany Nicolau ( acho que é assim o nome dela). Penso ser a mais idiota de todas. Faz curso de Direito que, segundo ela mesma, não tem nada a ver com seu perfil espalhafatoso, alegre, engraçado ( hilário , na verdade). Deveria estar fazendo comunicação social juntos aos demais idiotas que lá estão dando murro em ponta de faca. Mas espera aí... Quem disse que um advogado também não pode ser idiota???


Na verdade, eu queria mesmo é ser idiota como essa Thatiany. Não tem nenhuma ruga no seu rosto, sua pele negra é lisa é brilhante como a lua que a cativa. Parece não existir problemas para ela.


Pensando bem... tenho boas chances de ultrapassá-la nas idiotices. Vejam só:


Cheguei onze horas em casa ( pensando que conseguiria escrever algo intertessante neste blog, coitado de mim). Desci até à casa da minha tia - tão idiota quanto eu... talvez até mais - para scanear uma charge que uma amiga fez para mim. Assim como os atletas brasileiros em Pequim, voltei para a casa carregando no peito apenas frustração. Nada naquela casa funcionava. O PC travava, o Scanner não copiava, meu pen drive não abria, sequer o isqueiro emitia fogo. Só nos restou a idiotice de dois companheiros (tia e sobrinho) dando gargalhadas dos cacarecos que o dinheiro curto nos obriga a ter, da rotina ingrata que somos obrigados a esperar para o dia seguinte e das picuinhas familiares que nenhum ser vivo escapa.


Somente uma certeza: Não será dessa vez que postarei uma charge minha neste blog, nem que minha tia perderá consideráveis 30kilos (entre risos, tá tia?), mas seremos idiotas até o fim, pois somos um pouquinho mais feliz a cada dia!


Seja idiota você também...